A apuração aponta indícios de organização criminosa, peculato e contratações diretas irregulares para serviços de sobreaviso médico e transporte de pacientes do SUS. Segundo os investigadores, houve superfaturamento, pagamento por serviços não prestados e fixação de quantidades acima da real demanda. Dois contratos consecutivos, avaliados em cerca de R$ 1,45 milhão cada, apresentam sobrepreço e fragilidade na execução.
Um dos alvos é uma empresa que teria sido contratada sem sequer estar em funcionamento. No endereço registrado, policiais encontraram apenas uma obra em andamento, sem atividade compatível com o serviço prestado. Também estão na mira médicos e ex-gestores da saúde municipal já afastados em operações anteriores.
A ação busca resguardar provas, evitar novos prejuízos ao erário e garantir a continuidade das investigações, que seguem sob sigilo. A operação contou com apoio da Delegacia Regional de Polícia de Três Lagoas e equipes do SIG.




